Outono Naquela manhã, a Maria levantou-se e foi até à janela como fazia sempre. Algo tinha mudado no seu jardim: a relva estava coberta de folhas alaranjadas, vermelhas e amarelas. O vento soprara durante a noite e as folhas das árvores soltaram-se, algumas caíram outras voaram pelo céu. Sentiu um desejo enorme de saltar em cima das folhas que pareciam macias e fofas como algodão. Pensou que seria mais divertido ter alguém com quem brincar; por isso foi buscar o seu cão. Correram sobre as folhas, esconderam-se atrás dos montes e por fim, já cansados, deitaram-se de olhos fechados imaginando que seria bom viver numa nuvem de folhas. Mais tarde foi buscar uma tela, sentou-se na varanda e pintou o outono com cores quentes: árvores despidas, pássaros a voar em bando, esquilos à procura de bolotas e um rio de águas calmas e mornas…. Alunos do 5º B
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Cartas Improváveis
Torreira, 27 de novembro de 2015 Boa noite, Kukinha! Desde que partiste para as estrelas, bem lá no alto, eu não consigo de deixar de pensar em ti. Aliás, lá em casa, todos nós sentimos a tua falta. Receio que já saibas do nosso novo cão, a Pipas. Ela é muito irrequieta, ao contrário de ti. Ainda me lembro bem: passavas dia e noite a dormir. Como nós dizíamos " a poupar a vida". Ah! ... e outra coisa! Desde que foste embora, não foste só tu que desapareceste; foram também os chocolates!! Espero que estejas bem quentinha aí no céu, a guardar um lugar para nós. Uma grande festinha do teu dono pequenino. ...

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